A Starlink já opera em 28 países africanos e pretende chegar a mais 17. Angola continua de fora.
O processo arrasta-se há mais de três anos.
O problema não parece ser apenas Internet rápida. As autoridades angolanas levantam questões sobre tributação, proteção de dados, supervisão das operações e concorrência com operadores nacionais.
Há uma ironia interessante: Angola não está contra Internet por satélite. Pelo contrário, está a expandir os serviços do ANGOSAT-2 para outros mercados africanos.
Portanto, a discussão é maior:
quem controla uma infraestrutura essencial quando os satélites estão fora das fronteiras do país?
Angola está certa em travar a entrada da Starlink?
VOTEUP — Sim. Soberania digital primeiro.
VOTEDOWN — Não. O país precisa de mais concorrência e Internet.
Fonte: PÚBLICO — Starlinkização de África: governos como o de Angola temem perder controlo das telecomunicações — 22 de agosto de 2026.

Comentários
ja imagino
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