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Desperdício de cérebros nos hospitais angolanos

Uma análise crítica sobre a subutilização de gestores de informação em saúde em Angola, entre recolha de dados, Excel, desperdício de competências e transformação digital.

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Tito Adriano Ndongala | 19.09.2026
Bachelor’s degree in Health Information Systems from the University of Medical Sciences of Havana; Postgraduate qualification in Education Policy from NOVA University Lisbon; Master’s student in Computer Engineering at ISCTE – University Institute of Lisbon.

Artigo de opinião

Há desperdícios que aparecem nos relatórios financeiros, nas auditorias e nas contas públicas, e há outros que dificilmente cabem numa folha de cálculo: o desperdício de conhecimento é um deles.

Em 2015, fiz parte de uma geração de estudantes angolanos que seguiu para Cuba para frequentar a Licenciatura em Sistemas de Informação em Saúde. Foram cinco anos de formação universitária numa área multidisciplinar situada na intersecção entre saúde, informação, estatística, informática, registos médicos, investigação, bibliotecologia e gestão.

Regressámos a Angola em 2020 com uma expectativa legítima: colocar essa formação ao serviço de um Sistema Nacional de Saúde que necessita cada vez mais de dados de qualidade, sistemas de informação robustos e capacidade técnica para transformar informação em decisão.

A minha entrada nos serviços públicos, inicialmente no Hospital Pediátrico David Bernardino, e a seguir na Secretaria Provincial de Cabinda, mostrou-me algo desconfortável desde o início: havia dificuldade até para compreender exactamente o que era um licenciado em Sistemas de Informação em Saúde. A solução administrativa mais simples foi aproximar-nos daquilo que já existia: estatística.

O problema não estava e nem está na estatística. O problema está em reduzir toda uma profissão multidisciplinar à recolha mensal de números.

Uma profissão multidisciplinar ainda reduzida à Estatística Médica

Esta afirmação não pretende diminuir a Estatística Médica, pelo contrário, a estatística constitui uma componente indispensável de qualquer sistema moderno de informação sanitária. O problema surge quando se confunde uma das componentes da formação com a totalidade da profissão.

Foi precisamente para ultrapassar essa fragmentação que a formação cubana em Sistemas de Informação em Saúde evoluiu para um perfil multidisciplinar.

Estudos sobre a carreira mostram que o profissional é formado através da articulação entre Estatística, Informática Médica, Registos Médicos e Ciências da Informação.

Oliver Ventura et al. (2015) descrevem a formação como orientada para um profissional científica e tecnicamente preparado, capaz de trabalhar com tecnologias da informação e contribuir para a gestão do conhecimento e para a tomada de decisões. Posteriormente, Vidal Ledo et al. (2017) reforçaram que a formação de licenciados em Sistemas de Informação em Saúde possui um perfil amplo, destinado à integração, validação, apresentação e análise de informação fiável e oportuna para apoiar decisões em saúde.

Portanto, reduzir este profissional ao preenchimento rotineiro de mapas estatísticos não é apenas uma utilização insuficiente da sua formação, mas sim uma distorção do próprio perfil para o qual foi preparado.

Em vários contextos hospitalares, o circuito da informação continua excessivamente dependente de procedimentos manuais. Ao aproximar-se o encerramento de determinado período, inicia-se a procura das folhas produzidas nos diferentes serviços: consultas externas, banco de urgência, internamento, maternidade e outras áreas assistenciais.

Recolhem-se os mapas, confere-se o que chegou, procura-se o que falta, transcrevem-se números, introduzem-se valores no Excel, somam-se dados, prepara-se um relatório, envia-se e começa outro mês.

Naturalmente, estas actividades são necessárias, pois todo sistema de informação depende de recolha, registo, validação e consolidação, porém, a questão é outra: deve ser este o ponto de chegada profissional de alguém que frequentou cinco anos de formação universitária em Sistemas de Informação em Saúde?

A diferenciação entre o Técnico de Estatística e o Gestor de Informação em Saúde não deve ser entendida como uma questão de superioridade profissional. Ambos desempenham funções essenciais no funcionamento dos sistemas de informação em saúde. A questão está, sobretudo, em reconhecer que formações distintas conferem competências distintas e devem, consequentemente, traduzir-se em responsabilidades compatíveis com o nível e o perfil de preparação de cada profissional.

O Técnico de Estatística desempenha um papel fundamental na recolha, organização, codificação, registo, conferência e consolidação dos dados. Sem esse trabalho, dificilmente existiria uma base de informação fiável sobre a qual fosse possível analisar a realidade dos serviços de saúde. Ao Gestor de Informação em Saúde, porém, compete também transformar esses dados em informação útil para a gestão e para a tomada de decisão, recorrendo à validação e análise dos dados, construção e interpretação de indicadores, controlo da qualidade da informação, desenho e melhoria de sistemas, automatização de processos, visualização de dados, investigação e avaliação dos serviços.

O problema surge quando profissionais com percursos formativos, competências e perfis de atuação distintos são colocados, de forma permanente, a desempenhar exatamente as mesmas tarefas, sem uma diferenciação funcional que permita aproveitar as capacidades específicas de cada um. Nessa situação, não está em causa a importância das atividades operacionais, mas a utilização inadequada dos recursos humanos disponíveis.

Na literatura sobre o mercado de trabalho, situações desta natureza são enquadradas no conceito de skills mismatch, que descreve a inadequação entre as competências que um trabalhador possui e aquelas que são efetivamente exigidas pela função que desempenha. Uma das suas manifestações é precisamente a subutilização das qualificações e competências, com consequente desperdício de capital humano (McGuinness et al., 2017).

No contexto da saúde pública, esse desperdício assume uma dimensão ainda mais relevante. Não se perde apenas produtividade individual ou investimento feito na formação de um profissional. Perde-se capacidade institucional para analisar os próprios dados, identificar problemas, avaliar o desempenho dos serviços, produzir evidências e transformar informação em conhecimento capaz de apoiar decisões no sistema de saúde.

Esta discussão também não pode ser apresentada como se o problema tivesse sido descoberto agora.

O Plano Nacional de Desenvolvimento Sanitário 2012–2025 já reconhecia o Sistema de Informação Sanitária como um dos pilares do desenvolvimento sustentável do Sistema Nacional de Saúde. O documento defendia a produção de informação fiável e oportuna para a tomada de decisões e reconhecia a necessidade de recursos humanos qualificados, motivados e capazes de liderar processos de mudança nos níveis local, municipal, provincial e nacional.

O próprio diagnóstico do PNDS identificou dificuldades na recolha, tratamento e transmissão dos dados, insuficiências na integração dos subsistemas e problemas associados aos recursos humanos e aos instrumentos de recolha (Ministério da Saúde de Angola, 2014).

É por isso que um Sistema de Informação em Saúde não deve ser confundido com um sistema de envio de estatísticas.

Isto significa que Angola conhece, há mais de uma década, a centralidade da informação para o funcionamento do seu sistema sanitário. Entretanto, produzir dados e utilizá-los de forma efetiva são realidades distintas. Um hospital pode elaborar dezenas de relatórios mensais e, ainda assim, não desenvolver verdadeira inteligência sobre o seu próprio funcionamento: conhece o número de consultas realizadas, mas não analisa adequadamente as suas tendências; regista óbitos sem investigar padrões; comunica taxas de ocupação sem as relacionar com a capacidade instalada; recolhe números durante anos sem identificar erros sistemáticos na fonte; e envia dados para níveis superiores sem que essa informação retorne ao serviço sob a forma de análise, orientação ou decisão.

Uma das fragilidades que mais me inquieta enquanto profissional é a cultura segundo a qual o trabalho fica concluído quando o relatório foi enviado.

A Organização Mundial da Saúde sustenta que os dados produzidos pelos sistemas rotineiros de informação devem ser avaliados quanto à qualidade, analisados, interpretados, visualizados e utilizados nos diferentes níveis do sistema. Os instrumentos mais recentes da OMS para dados rotineiros recomendam justamente indicadores, análises, visualizações e dashboards que ajudem gestores das unidades, distritos e níveis nacionais a transformar dados em decisões (World Health Organization, 2023).

Uma folha enviada ao Ministério não deveria representar o fim do ciclo da informação. O ciclo só se completa quando aquilo que foi recolhido regressa ao local onde nasceu sob a forma de conhecimento.

O serviço de urgência precisa conhecer o comportamento da sua procura, e a direcção clínica precisa identificar desvios.

A administração hospitalar precisa de informação para distribuir recursos e os profissionais devem receber feedback sobre a qualidade dos dados que produzem.

Vale deixar claro que a mesma direcção hospitalar deveria conseguir responder, com evidência, a perguntas elementares como: Por que este indicador aumentou? Por que aquele diminuiu? É uma alteração real ou um erro de registo? Que serviço apresenta maior proporção de dados incompletos? Onde estão os valores atípicos? Qual é a tendência dos últimos seis, doze ou vinte e quatro meses? Que problemas se repetem? Que decisão foi modificada em consequência dos dados?

Se ninguém faz estas perguntas, podemos possuir estatísticas sem possuir verdadeiramente informação.

Seria intelectualmente desonesto afirmar que Angola permanece exactamente no mesmo ponto em que estava há dez ou quinze anos, e a introdução de novas ferramentas tecnológicas representa um passo relevante nesse processo de transformação.

Em 2024, o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde iniciaram o desenvolvimento do Plano Estratégico do Sistema Nacional de Informação Sanitária 2024–2030. A própria avaliação referida pela OMS apontou a necessidade de melhorar a disponibilidade de informação sobre indicadores fundamentais e reforçar a qualidade e funcionalidade do sistema nacional de informação (Organização Mundial da Saúde, 2024).

Em Março de 2026, uma missão técnica envolvendo o MINSA, a OMS, o HISP Centre da Universidade de Oslo e parceiros avaliou o sistema angolano baseado no DHIS2. À data, a plataforma contava com mais de 4.700 utilizadores registados. Foram identificadas prioridades relacionadas com desempenho, harmonização de dados, infra-estrutura, apoio aos utilizadores, dashboards, interoperabilidade e capacitação dos profissionais (DHIS2, 2026).

É um desenvolvimento importante, mas é precisamente aqui que a discussão sobre os gestores de informação em saúde se torna ainda mais urgente.

Quem vai transformar essa infra-estrutura em inteligência? Recordar que software não cria cultura de dados sozinho, a título de exemplo, o DHIS2 não interpreta hospitais sozinho; um dashboard não pergunta por que determinado indicador se alterou; uma base de dados não decide quais inconsistências merecem investigação; uma inteligência artificial para interpretação dos dados também não resolverá automaticamente aquilo que ainda não foi resolvido ao nível da qualidade do registo, dos processos, da interoperabilidade, da governação e das competências humanas.

Transformação digital sem transformação organizacional pode simplesmente transformar burocracia de papel em burocracia digital.

Seria fácil terminar esta reflexão atribuindo toda a responsabilidade ao Ministério da Saúde, aos hospitais, às direcções provinciais ou, de forma mais ampla, à própria função pública. Seria, porém, uma leitura incompleta e intelectualmente pouco rigorosa.

Se pretendemos discutir seriamente o presente e o futuro da Gestão de Informação em Saúde em Angola, também precisamos de olhar para dentro da própria profissão.

Um diploma certifica uma formação, mas não garante, por si só, o exercício permanente das competências adquiridas. A profissão precisa de ser praticada, actualizada e permanentemente reconstruída à medida que evoluem o conhecimento, as necessidades dos sistemas de saúde e as tecnologias utilizadas para produzir, tratar e interpretar informação.

Se fomos formados para analisar, precisamos de continuar a analisar. Se aprendemos determinadas tecnologias durante a formação, temos igualmente a responsabilidade de acompanhar a sua evolução.

As ferramentas utilizadas em 2020 não podem ser assumidas, de forma automática, como suficientes para responder aos desafios existentes em 2026. Num campo cuja matéria-prima é precisamente a informação, a actualização profissional não pode ser entendida como uma opção acessória.

Bases de dados, SQL, Business Intelligence, visualização e qualidade de dados, interoperabilidade, sistemas electrónicos de saúde, automatização de processos, ciência de dados, privacidade, segurança da informação e, progressivamente, inteligência artificial aplicada à saúde fazem hoje parte de um ecossistema tecnológico que um profissional da informação em saúde precisa, pelo menos, de compreender e acompanhar.

Isso não significa transformar todos os gestores de informação em saúde em engenheiros informáticos, programadores ou cientistas de dados. Significa reconhecer que não é possível defender uma profissão centrada na informação permanecendo indiferente às tecnologias que estão a alterar profundamente a forma como essa informação é recolhida, armazenada, validada, integrada, analisada, comunicada e utilizada para apoiar decisões. A identidade profissional não pode ficar congelada no conteúdo aprendido durante a licenciatura. Precisa de evoluir com o próprio campo que pretende servir.

Da mesma forma, não podemos esperar indefinidamente que as instituições nos entreguem uma profissão completamente estruturada e nos indiquem, em detalhe, tudo aquilo que podemos produzir. A responsabilidade institucional é inegável, mas existe também espaço para iniciativa profissional. Se determinados mapas apresentam erros repetidos, esses padrões podem ser estudados. Se um processo manual consome horas ou dias e pode ser automatizado, a automatização pode ser proposta e demonstrada. Se uma instituição não dispõe de um painel de indicadores, é possível desenvolver um protótipo que evidencie a sua utilidade. Se os dados são recolhidos regularmente, mas raramente discutidos, podem ser transformados em análises capazes de revelar tendências, problemas e oportunidades de intervenção.

Quando a direcção de uma unidade sanitária desconhece o potencial da informação que possui, tornar esse potencial visível também deve fazer parte da contribuição de quem foi formado precisamente para trabalhar com informação.

É neste ponto que se torna necessário reafirmar algo fundamental: um Gestor de Informação em Saúde não é simplesmente “o profissional da estatística”. A Estatística Médica é uma dimensão indispensável da profissão, mas não esgota a sua identidade.

A formação em Sistemas de Informação em Saúde resulta precisamente da convergência entre Estatística, Informática Médica, Registos Médicos, gestão da informação, análise, investigação e tecnologias da informação.

A literatura que fundamenta o desenvolvimento desta formação em Cuba apresenta esse carácter multidisciplinar e descreve um profissional preparado para trabalhar com informação, tecnologias e conhecimento orientados para apoiar a gestão e a tomada de decisão em saúde (Oliver Ventura et al., 2015; Vidal Ledo et al., 2017). Portanto, reduzir esse perfil a uma versão universitária do técnico responsável apenas pela recolha e consolidação de mapas significa aproveitar apenas uma parte da formação para a qual esses profissionais foram preparados.

Talvez seja precisamente aqui que Angola esteja diante de uma oportunidade que ainda não aproveitou plenamente. Enquanto, internacionalmente, os sistemas de saúde avançam na discussão sobre saúde digital, registos electrónicos, interoperabilidade, governação de dados, big data, inteligência artificial e sistemas de apoio à decisão, o sector da saúde angolano já dispõe de profissionais cuja formação nasceu da necessidade de aproximar saúde, informação e tecnologia.

Como já previamente compreendido, o verdadeiro desperdício não está em um licenciado utilizar o Excel, porque o Excel, tal como qualquer outra aplicação, é apenas uma ferramenta. O desperdício ocorre quando o trabalho termina no preenchimento da folha de cálculo e ninguém espera que esse profissional questione o significado dos números, identifique padrões, investigue inconsistências, formule hipóteses ou transforme os dados em evidência útil.

O desperdício está em acumular anos de informação sem desenvolver capacidade equivalente de análise; em formar profissionais para investigar sem lhes proporcionar condições para investigação; em formar pessoas para gerir informação e utilizá-las predominantemente para recolher e transportar essa informação; e, sobretudo, em investir cinco anos numa formação multidisciplinar para aproveitar apenas uma pequena fracção das competências desenvolvidas durante esse percurso.

Esta realidade ultrapassa, portanto, os interesses de uma categoria profissional. Trata-se também de uma questão de eficiência do Estado, de gestão estratégica dos recursos humanos e de qualidade do próprio Sistema Nacional de Saúde. Um sistema que investe na formação especializada dos seus quadros, mas não estrutura funções capazes de utilizar adequadamente esse conhecimento, perde simultaneamente capacidade técnica, retorno sobre o investimento público e oportunidades de melhorar os processos de decisão.

À luz de tudo isto, cabe-me terminar esta reflexão deixando uma pergunta a cada um dos actores envolvidos nesta realidade:

Ao Governo: se investiu na formação de profissionais de Sistemas de Informação em Saúde com um perfil multidisciplinar, por que razão ainda não foram suficientemente estruturadas carreiras, funções e espaços institucionais capazes de aproveitar plenamente as competências para as quais esses quadros foram formados?

Às unidades sanitárias, por que razão profissionais preparados para analisar, investigar, gerir informação, desenvolver soluções e apoiar a tomada de decisão continuam, em muitos contextos, predominantemente associados à recolha, consolidação e envio de dados, quando poderiam contribuir de forma muito mais ampla para a qualidade da informação e para a própria gestão dos serviços?

E a nós, gestores de informação em saúde, talvez caiba a pergunta mais difícil: até quando aceitaremos que uma formação multidisciplinar seja reduzida, na prática, ao papel de técnico de estatística, sem questionarmos essa redução, sem actualizarmos continuamente as nossas competências e sem demonstrarmos plenamente aquilo para que fomos formados? Ou será que, depois de tantos anos, alguns de nós já se acomodaram a esse lugar e deixaram de reivindicar, através do próprio trabalho, a verdadeira dimensão da profissão?

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Na preparação deste artigo foram utilizadas ferramentas de inteligência artificial generativa como apoio ao processo editorial, nomeadamente na revisão linguística e gramatical do texto, na pesquisa e identificação preliminar de fontes bibliográficas e na produção da imagem de destaque. A seleção, consulta, interpretação e utilização das fontes, bem como a argumentação, as posições expressas e a versão final do artigo, permanecem sob responsabilidade exclusiva do autor.

Centro de Imprensa Aníbal de Melo. (2020, 20 de maio). Covid-19: Angolanos desenvolvem sistema estatístico. CIAM.

DHIS2. (2026, 7 de abril). Angola to partner with HISP UiO and WHO on health information system integration. HISP Centre, University of Oslo.

McGuinness, S., Pouliakas, K., & Redmond, P. (2017). How useful is the concept of skills mismatch? International Labour Organization.

Ministério da Saúde de Angola. (2014). Plano Nacional de Desenvolvimento Sanitário 2012–2025 (Vol. 1). República de Angola.

Oliver Ventura, J. R., Santana Amargó, V. E., Ferrer Chinea, B. A., & Ríos Obregón, J. M. (2015). Las prácticas profesionales y la formación laboral en la carrera Sistema de Información en Salud. Actualidades Investigativas en Educación, 15(3), 487–504.

Organização Mundial da Saúde. (2024, 5 de março). Angola desenvolve Plano Estratégico do Sistema de Informação Sanitária. Escritório Regional da OMS para África.

República de Angola. (2018). Decreto Presidencial n.º 188/18, de 7 de Agosto: Regime Jurídico da Carreira dos Profissionais de Diagnóstico e Terapêutica. Diário da República, I Série, n.º 117.

Vidal Ledo, M. J., Pujals Victoria, N. I., & Álvarez Lauzarique, M. E. (2017). Satisfacción con la formación del profesional en Sistemas de Información en Salud. Educación Médica Superior, 31(1), 48–60.

World Health Organization. (2023). Toolkit for analysis and use of routine health facility data: Integrated health services analysis—District and facility level. World Health Organization.

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Comentários

  1. Gabriel Firmino

    👌🏾

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